sábado, 7 de Novembro de 2009

Parque Mayer: memoria de mis putas tristes.




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Ninguém há de calar a voz da classe operária.
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O restaurante Mimi, que conheci pela mão do meu pai. Quantas vezes lá vi Jorge Amado e Alçada Baptista. Quantas vezes, pai?
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Pastelaria 1800: já só restam os azulejos.






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Pastelaria 1800, no Largo do Rato. O interior foi completamente devastado. Só restam os azulejos. Pelo estilo, parecem da autoria de Jorge Colaço. Serão?

Plano Tecnológico.


Plano Tecnológico.


Sinais.




Sinais.


Sinais.


Sinais.


A luz da manhã.


Igreja de Santa Isabel.

Senhores ladrões de azulejos: haja mais profissionalismo!!




Edifício Jean Monnet ou João Mono?


Rua do Salitre.

Procuradoria-Geral da República.


Opções de vida.

Santa Isabel.
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Rua do Salitre.

Não Por Lixo.


Rua do Salitre.

Então, senhores ladrões de azulejos?





Palácio Pombal: aberto ao público!


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O Palácio Pombal, situado na Baixa lisboeta, na popular Rua do Alecrim, abriu ao público esta semana, apresentando um diversificado cartaz cultural. O palacete, onde durante vários anos funcionou o Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing (IADE), chama-se agora também IADE Chiado Center e volta novamente a acolher, a partir da segunda quinzena deste mês, um curso prático de conservação e restauro de pintura mural do século XIX, aberto não somente aos alunos do instituto, como ao público em geral, tal como aconteceu nos meses de Setembro e Outubro.
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O palacete pombalino não tem estado aberto ao público. Contudo, a partir desta semana começará a fazer o horário das 8h às 22h, afirmou ao PÚBLICO a técnica Ilda Nunes, a única portuguesa que integrou a equipa que restaurou a Capela Sistina, em Roma, e que foi convidada pelo IADE para directora do palácio."O objectivo é inserir o palácio no roteiro cultural de Lisboa num curto período de tempo", revelou a directora artística, que conta com o apoio do artista plástico Pedro Correia na dinamização do edifício pombalino. "Estabelecemos uma meta, até ao final do ano, e temos uma série de eventos já agendados. Já estamos a fazer marcações para Março", acrescentou."Vamos ter aqui uma série de iniciativas: desde exposições, concertos, lançamentos de livros, workshops, teatro", referiu Ilda Nunes, destacando um workshop de desenho, orientado por um artista plástico, que se realizará em quatro quartas-feiras consecutivas. Esta oficina de trabalho tentará criar ambientes diferentes. "As pessoas desenham de olhos vendados ou ao som de música", explicou a directora artística do palácio.
Abrir ao público
Ilda Nunes considera que seria "um crime" este palácio pombalino continuar fechado ao público, pelo que deseja, por isso, valorizá-lo. "Vamos testar as nossas valências técnicas, as nossas dificuldades, e também as nossas falhas", disse.Ao mesmo tempo que se desenvolvem actividades culturais e cursos de conservação e restauro, há também a oportunidade, por parte das empresas, de alugar algumas salas do palácio "para reuniões, congressos e para seminários", referiu a directora do palacete. "São as duas vertentes que tentamos conjugar aqui no palácio, para além das aulas [do IADE] que ainda funcionam cá".Paralelamente às funções de direcção do IADE Chiado Center, Ilda Nunes tem ainda como responsabilidade a coordenação do Curso Prático de Conservação e Restauro de Pintura Mural do Século XIX. Em algumas salas do palácio, a pintura mural que ornamenta todas as paredes encontra-se em avançado estado de degradação, pois não tem existido qualquer trabalho de conservação ao longo dos anos. Ilda Nunes explicou que a ideia é fazerem-se várias edições seguidas do curso, pois, "dessa forma, vamos recuperando o palácio" e os alunos sentem "que deixaram aqui um contributo" seu. O curso de iniciação funcionava todos os dias úteis e "tinha uma componente teórica, mas era essencialmente prático", explicou. Havia a possibilidade de os alunos trabalharem "directamente em obra real" e não por simulação, como normalmente acontece. A especialista na área faz um balanço muito positivo do primeiro curso, que se realizou nos meses de Setembro e Outubro, e que contou com a participação de alunos de diferentes faixas etárias: "Dos 19 anos aos 50, mesmo pessoas que nunca estiveram ligadas ao restauro e pessoas que trabalham em restauro há 20 anos, passando também por alunos das licenciaturas de Conservação e Restauro", revelou ao PÚBLICO. "Foram diferentes realidades, diferentes experiências que se cruzaram. Os alunos estavam muito motivados, pelo que o trabalho correu da melhor maneira".
Em Portugal como em Itália
Este curso poderá levantar alguma contestação, devido ao facto de Ilda Nunes estar a colocar pessoas sem experiência a restaurar pinturas murais do século XIX. "Se os italianos põem pessoas sem experiência a trabalhar na Capela Sistina, por que é que nós cá não podemos fazer isto neste palácio?", questionou a especialista em Restauro, relembrando o seu caso particular em Roma e garantindo que no Palácio Pombal "não houve erros, e também não houve danos a lamentar".Ilda Nunes estava a estudar em Roma quando resolveu inscrever-se num curso de restauro da Capela Sistina, pensando inicialmente tratar-se de um curso meramente teórico. Só mais tarde percebeu, algo incrédula, "que iria tocar na obra de Miguel Ângelo, que ali iria trabalhar", recordou, emocionada. Tinha 19 anos e não tinha qualquer experiência em restauro. Ilda classificou a oportunidade como "fascinante", admitindo que "o sentido de responsabilidade era muito grande". A mesma responsabilidade que, diz, sentiu "por parte dos alunos que aqui têm trabalhado". Passados dez anos, considera que esse trabalho acabou por ser um grande trampolim para o seu futuro.Para mais informações sobre o Curso Prático de Conservação e Restauro de Pintura Mural: academias@iade.pt.
(Público).

Assessores.


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COSTA PROPÕE 70 ASSESSORES
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Para 17 eleitos, António Costa sugere 70 assessores, cada um com um salário mensal que pode ir até aos 3386 euros. A proposta do presidente da Câmara de Lisboa será sujeita a votação na próxima segunda-feira, dia 9 de Novembro, na primeira reunião extraordinária do novo executivo camarário.
Na proposta, a que o CM teve acesso, o autarca refere que “deve ser fixado um limite para o número de pessoas afectas ao apoio técnico e administrativo”. Neste sentido, António Costa propõe para o total do executivo a fixação de um máximo de 70 assessores e de 28 pessoas para apoio administrativo. Só para trabalhar a seu lado, o presidente quer sete assessores e duas pessoas para apoio administrativo.
Para os diferentes agrupamentos políticos e para os vários eleitos, a proposta contabiliza um total de 58 assessores para a equipa de António Costa (PS), e de seis assessores tanto para a coligação encabeçada por Santana Lopes, do PSD, como para Ruben de Carvalho, da CDU.
No que diz respeito à remuneração dos assessores, a proposta de António Costa aponta para um limite de 47 400 euros brutos por ano, o que, a 14 meses, corresponde a um salário mensal de 3386 euros.
(Correio da Manhã).

Lisboa em notícias.


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Fogo em colectividade assusta bairro histórico.


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Um incêndio destruiu, ontem, parcialmente a sede da Casa da Comarca de Arganil, situada na velha e apertada Rua da Fé, em Lisboa. Não houve feridos, mas os moradores não ganharam para o susto. Temeu-se outro Chiado.
"Se isto (as labaredas) passasse para o lado do salão, que é todo em madeira, desaparecia este prédio e os outros. Era outro Chiado", dizia Sérgio Pereira, secretário da colectividade, enquanto olhava, ainda incrédulo, para o amontoado de escombros em que se transformou a cozinha e o bar da Casa de Arganil, situada no primeiro andar do número 23. As causas do incêndio não estão ainda apuradas, mas suspeita-se que tenha tido origem num curto-circuito.
Na Rua da Fé, onde a colectividade se instalou há 80 anos, a estrada é estreita e os prédios são centenários. É assim um pouco por toda aquela zona histórica da freguesia de S. José. Alguns edifícios já existiam antes do terramoto de 1755 e outros acolheram vultos da cultura portuguesa, caso de Rafael Bordalo Pinheiro, que nasceu no número 47.
Ali respira-se história, mas vive-se com o coração em sobressalto. O casario é frágil. José Silva, um dos moradores, chama-lhe mesmo "barril de pólvora". Ontem, valeu a prontidão dos Sapadores Bombeiros para evitar o pior e o alerta de um funcionário da colectividade que dormia nas instalações. Em pouco mais de meia hora de combate, as chamas foram dadas como extintas.
Eram quase sete horas quando o rapaz que dormia na colectividade acordou com "fortes estrondos". Quando se levantou, já só teve tempo de saltar para a rua. "Saiu de lá todo negro, coitado. Muita gente ligou ao 112, mas ninguém atendia", relatou José Silva.
Contactada, fonte da PSP confirma que existe o registo de 16 chamadas atendidas, mas que "os operadores não demoraram mais do que três segundos a atender".
O número 23 é ainda sede do Sindicato dos Trabalhadores dos Espectáculos (no segundo andar) e de uma agência de actores, modelos e figurantes. Felícia Lourenço é funcionária do sindicato e moradora do bairro. Soube do fogo por um vizinho e garante que há muito esperava por uma situação do género. "Os prédios estão todos velhos e muitos estão devolutos. É um perigo!", afirmou.
Tanto as instalações do sindicato como da agência sofreram danos avultados devido à infiltração de águas. "Tínhamos marcada para amanhã (hoje) uma produção fotográfica e um casting, mas não vamos poder fazer", disse Ana Luís, enquanto empurrava água para a rua com uma vassoura.
(Jornal de Notícias).

Lisboa, cidade segura?


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Um rapaz de 19 anos foi assassinado à facada, na madrugada de ontem, em pleno Bairro Alto. A vítima ainda foi assistida no local por elementos do INEM, mas depois de várias tentativas de reanimação acabou por falecer. O autor do ataque, um homem de 26 anos, foi detido no local pela PSP, no cruzamento da Rua da Atalaia com a Travessa Água das Flores. O crime ocorreu pouco antes das 03h30, hora a que a PSP foi chamada ao local por testemunhas.
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Sem comentários.

sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

Ritz Clube: atenção!




A acompanhar no http://cidadanialx.blogspot.com/

Casa de Alcolena: atenção!


Acompanhe o alerta do http://cidadanialx.blogspot.com/

Lisboa Sustentável: um projecto a acarinhar.


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http://lxsustentavel.blogs.sapo.pt

18º lugar...


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18º em 30.
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Lisboa em 18ª (em 30) no ranking das cidades verdes
A cidade de Lisboa está na 18ª posição entre 30 cidades analisadas pelo Índice Europeu de Cidades Verdes, um estudo sobre sustentabilidade desenvolvido pela Economist Intelligence Unit para a Siemens.

O estudo analisa a sustentabilidade da capital portuguesa nos oito temas que temos vindo a abordar neste blog: energia, edifícios, dióxido de carbono, transportes, água, lixo e uso do solo, qualidade do ar e governança ambiental. Nos próximos dias iremos abordar, uma a uma, todas as matérias incluídas neste estudo.

Para já, ficam as principais conclusões. Lisboa conseguiu um valor de 57,25 para um máximo de 100 pontos. Segundo a Economist Intelligence Unit, “a geografia da cidade, o clima e a actividade económica não compensam as pobres políticas de transportes, de qualidade de ar, de uso da água e do solo e de gestão dos resíduos urbanos”.

Ainda de acordo com a Economist Intelligence Unit, Lisboa ficou atrás de cidades de rendimentos médios e climas quente, como Madrid e Roma. E avança um possível porquê. “A fragmentação do poder entre serviços públicos locais, regionais e nacionais reduz a capacidade da cidade para implementar as suas próprias políticas e as coordenar”, refere o estudo.

Arrumar a casa: quanto custaram as cerimónias de tomada de posse?


(*) «Não sei», respondeu António Costa (in Sol, de 6/11/2009). Não sabe? É isto «rigor» ?

«Não sei» (*)


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(*) António Costa, sobre a entidade que organizou a faustosa cerimónia da sua tomada de posse. Não sabe quem organizou a sua posse como Presidente da CML?! Não sabe?!

A cidade que merecemos.




















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Já não era sem tempo. O logradouro da Rua Presidente Wilson vai para obras. Mas o modo como os libsoetas lá estacionam mostra que temos a cidade que merecemos. No fundo, temos a cidade que queremos. Não nos queixemos. Temos o que merecemos, porque temos o que queremos. É que, se mão quiséssemos, poderíamos ter uma cidade diferente. Só que isso, claro, dá trabalho. É sempre mais cómodo atacar os «políticos» enquanto se estaciona o carrito e se deita mais um papel no chão. Estas imagens não são de um arrabalde suburbano. São de um «jardim» (?!) junto à Avenida João XXI. Está tudo dito. E mostrado.

Gente de Benfica.



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Histórias de pessoas, com lugar dentro. Porque é que não há mais projectos como este noutros lugares de Lisboa? Lisboa é gente...

Um abraço à Abraço.


Ano Internacional da Astronomia.


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http://www.1minutoastronomia.org/

quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

E a manutenção?



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Avª Guerra Junqueiro.
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Os sinais de abandono e falta de manutenção do coberto vegetal continuam (ver fotografia, tirada esta semana). É assim desde, pelo menos, 2002.Segundo informação do Departamento de Ambiente e Espaços Verdes, a requalificação dos canteiros da Avenida Guerra Junqueiro está programada para o 4.º trimestre de 2009. Mas porque razão os nossos espaços verdes terminam sempre neste estado? É para justificar novas empreitadas de restauro de tantos em tantos anos?
Maria João
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NOTA LISBOA SOS: tem vindo a verificar-se, por toda a cidade, um louvável esforço de recuperação de espaços verdes. Por parte da CML e das juntas de freguesia. Mas, passado o frenesi eleitoral, esqueceram-se que estes espaços reclamam manutenção. Na parede do magnífico Jardim Botto-Machado, na Feira da Ladra, a tinta já está a cair. Se não houver manutenção, volta tudo à degradação. Atenção.

Introdução à fotografia analógica.


Príncipe Real Live.


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Nos dias 5 a 8 de Novembro os comerciantes da zona abrem as portas até às 23h e oferecem diversos eventos, desde música ao vivo, a degustações variadas, a exposições de antiguidades, arte, design, joalharia, peças de autor, moda, passando por workshops de danças indianas, argentinas e de maquilhagem.Nesta iniciativa, promovida pelo Príncipe Real Project do Eastbanc, todas as lojas estarão abertas das 10 da manhã às 23h. À rua D. Pedro V juntou-se a Praça do Príncipe Real e a Rua da Escola Politécnica, bem como algumas artérias deste eixo principal.

Lista das lojas e eventos que participam na iniciativa:

Quiosque Bar/Wine Bar Miradouro São Pedro de Alcântara Dia 5 Às 22h concerto Kumpania Algazarra. Dia 6 às 17h Dj set de DJ LG. Dia 7 às 17h mini concerto de Bossa Nova. Dia 8 às 16h30 concerto de Anunamanta

Carla Amaro (Peças de Autor) Rua D. Pedro V, 1 Evento: Apresentação das colecções “Fake Urban Chic”, “Winter Leaves”, and “Romantic Dolls”. Stockout de colecções antigas Tel. 21 347 4043

D. Pedro V Jóias Rua D. Pedro V, 11 Evento: Exposição “Pérolas dos Mares do Sul e Tahiti” Tel. 21 343 3845

Remax Valor Rua D. Pedro V, 21 Evento: Open House Tel. 21 346 9023

A. Pedro Silva Rua D. Pedro V, 43 Evento: Exposição “O Móvel Português no Séc. XVIII” Tel. 21 342 5280

Galeria da Arcada Rua D. Pedro V, 49 Evento: Exposição “Faiança dos Séc. VII e Séc. VIII” Tel. 21 346 8518

Milagre das Rosas Rua D. Pedro V, 55 Evento: Exposição “Faiança das Caldas da Rainha” Tel: 91 730 6366

Santos & Marcos Rua D. Pedro V, 59 Evento: Exposição “O Coleccionismo”Tel. 21 342 6367

Emporio Casa Bazar Rua D. Pedro V, 65 Evento: Lançamento da nova linha de malas urbanas “Nava” Tel. 21 096 40 93

AR-PAB Rua D. Pedro V, 69 Evento: Exposição “Vanitas – as Câmaras de Maravilhas no Tempo do Renascimento”; Primavera – Pedro Rapoula. Tel. 21 342 1682

Galeria Bernardo Marques Rua D. Pedro V, 81 Evento: Inauguração da Exposição “Unsellected Works” das artistas Ania Gubernat e Kasia Gubernat Tel. 21 096 5897

Manuel Castilho Antiguidades Rua D. Pedro V, 85 Evento: Exposição “Caligrafia Chinesa” Tel. 21 322 4292

Em Nome da Rosa Rua D.Pedro V, 97/99Evento: Exposição “Peças Bela Silva”; Escritório vivo na montra por Sancha Trindade Tel. 21 346 6018

Delrio Rua D. Pedro V, 133/135 Evento: Lançamento da colecção de lingerie “Lolas” de Ibiza; Lançamento da linha “Croxé” (peças de autor) de Barcelona Tel. 21 346 7297

Tribal Arte Rua D. Pedro V, 145 Evento: Exposição “Arte dos Maconde” (Grupo Étnico do Norte de Moçambique e Tanzânia) Tel. 21 343 0034

Edmond de Rothschild Rua D. Pedro V, 128 Tel. 21 340 8360

Fabrico Infinito Rua D. Pedro V, 74 Tel. 21 246 7629

Solar Rua D.Pedro V, 68/70 Evento: Exposição de 2 placas de cerâmica policromada e relevada do Sec. XVI, com os retratos de Isabel de Portugal, filha do Rei D. Manuel I; e do seu marido o Imperador Carlos V, Imperador do Sacro Império (Alemanha e Espanha) Tel. 21 346 5522

Po Di Terra Rua D. Pedro V, 62/64 Evento: Exposição “Jóias Tribais” Tel. 21 342 3011

Il Sorriso Rua D. Pedro V, 52Evento: Montra de Vinhos Tel. 21 343 2389

Galeria Medicis Rua D. Pedro V, 44 Evento: Exposição “Tapeçaria do Séc. XVIII Assinada” Telf. 21 347 3072

Lost In Rua D. Pedro V, 58 Evento: Espectáculo diário de “Bollywood” Tel. 21 346 9351

Cool De Sac Rua D. Pedro V, 56 B-CEvento: Apresentação da colecção de tocados “Mimoki”, Acção de maquilhagem em parceria com MAC Cosmetics e Styling American Vintage Telf. 21 191 9438

La Paparrucha Rua D. Pedro V, 18/20Evento: Espectáculo e Aulas de Tango e Degustação Argentina Tel. 21 342 5333

Maria José Palla (Fotógrafa)Rua D. Pedro V, 60 Evento: Exposição de Fotografia “ A Escadaria do 60”Tel. 21 814 5626

Moy Rua D. Pedro V, 111Tel. 21346701

Contra a taxa do Multibanco!


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Os bancos preparam-se para nos cobrarem 1,50 Eur por cada levantamento nas caixas ATM. Isto é, de cada vez que levantar o seu dinheiro com o seu cartão, o banco vai almoçar à sua conta. Este 'imposto' (é mesmo uma imposição, e unilateral) aumenta exponencialmente os lucros dos bancos, que continuam a subir na razão directa da perda de poder de compra dos Portugueses. Este é um assunto que interessa a todos os que não são banqueiros e não têm pais ricos.Quem não estiver de acordo e quiser protestar, assine a petição e reencaminhe a mensagem para o maior número de pessoas conhecidas.

Lisboa: o fausto de uma cidade a empobrecer.

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Faustosa tomada de posse dos novos órgãos autárquicos lisboetas:
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Mas, a realidade é...
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LISBOA PERDERÁ PESO ENTRE AS CIDADES MAIS RICAS
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Ao longo das próximas duas décadas, a capital portuguesa deverá perder dez posições num ranking que mede a riqueza gerada pelas maiores cidades do mundo e onde ocupa actualmente o 66.º posto, classificada entre Pittsburgh, nos Estados Unidos, e Atenas, na Grécia.
De acordo com um estudo da PricewaterhouseCoopers (PWC) a que o PÚBLICO teve acesso, nos próximos 17 anos (até 2025), a posição de Lisboa nesta tabela das 151 maiores cidades vai descer até ao lugar 76, para passar a situar-se entre São Petersburgo, Rússia, e Ahmedabad, sexta maior cidade da Índia.
A tabela, cujos dados mais recentes se reportam a 2008, coloca o Produto Interno Bruto (PIB) lisboeta nos 98 mil milhões de dólares (calculado em paridades de poder de compra, medida usada para comparar o poder de compra dos cidadãos nas várias cidades). Mas, segundo as estimativas da PWC para 2025, este valor deverá subir para 149 mil milhões de dólares, o que equivale a um crescimento médio anual de 2,5 por cento (traduzindo o 87.º maior crescimento entre cidades).
Apesar de se prever que venha a afundar na tabela, a riqueza da cidade portuguesa será, ainda assim, superior à de outras capitais europeias como Atenas, Berlim, Bruxelas, Dublin e Estocolmo.
O ranking é actualmente liderado por Tóquio, Nova Iorque e Los Angeles e quanto a estas não deverá haver novidades até 2025. As previsões da PWC apontam para que estas três cidades continuem a encabeçar a lista, com um PIB de 1,981, 1,915 e 1,036 biliões de dólares, respectivamente. Já na quarta e quinta posições, Chicago e Londres vão inverter papéis, tornando-se mais rica a capital britânica. E Madrid, que actualmente ocupa o 26.º lugar, cairá seis posições.
Os resultados do estudo combinam as previsões de crescimento populacional das Nações Unidas para as cidades em causa, com as projecções de crescimento dos vários PIB per capita realizadas pela PWC para o relatório O Mundo em 2050.
A consultora sublinha que "tomar em conta os rendimentos per capita [dos habitantes das cidades] permite certamente uma melhor avaliação do tamanho relativo das economias urbanas do que olhar apenas para os dados estatísticos da população."
(in Público, de 5/11/2009).

A Queda do Muro de Berlim - 20 Anos Depois



Claridade - 30 Imagens para Neruda.


quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Protesto dos arquitectos paisagistas.

Caríssimos colegas

Que a legislação tenha algumas incongruências... já estamos habituados, que nem sempre sejamos bem tratados pela República Portuguesa (veja-se o caso do tempo que tem demorado a aprovar a nossa Ordem e o triste processo dos Mestrados integrados) também já começa a ser habitual, mas que aceitemos ser tratados como profissão sem competências, É DEMAIS!

A portaria 1379/2009 estabelece a qualificação exigível aos técnicos responsáveis pela elaboração e subscrição de projectos, pela direcção de obras e pela fiscalização de obras pelo que se torna de grande relevância para todas as profissões nela envolvidas estranhando-se que a Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas (APAP) não tenha sido ouvida.

A Portaria nº 1379/2009 de 30 de Outubro de 2009 publicada em Diário da República 1ª série nº 211 é, do meu ponto de vista, um insulto à profissão e passo a explicar as razões.

A Secção II do Capítulo II tem por título "Arquitectura e paisagismo", logo depreende-se que nem a designação de Arquitectura e Arquitectura Paisagista merecemos.
Ainda na mesma secção no Artigo 6º define-se "Projectos de paisagismo". Esta designação já apareceu noutra legislação recentemente publicada (Lei nº 31/2009 de 3 de Julho - art. 10 - 6) que entendi como sendo uma incongruência legislativa já que na Portaria nº 701-H/2008 publicada no Diário da Republica 1ª série nº 145 de 29 de Julho de 2008 na secção XIII a designação que aparece relativa aos projectos que nós, Arquitectos paisagistas, fazemos é de Espaços Exteriores e não de Paisagismo (veja-se Anexo II - Classificação das obras por categorias da mesma portaria).

Mas se a designação de paisagismo é infeliz (e menos inocente do que pode parecer), a gravidade de tudo isto vai aumentando à medida que lemos a referida Portaria.

No Capítulo III, Secção III art. 14º relativo a direcção de obras verifica-se que não podemos ser directores de qualquer tipo de obras, NEM MESMO AS DE JARDINS!!! Mas podem ser Arquitectos e Engenheiros.
No art. 15º temos uma COISA indicada como "Projecto Ordenador de Paisagismo" onde, com grande benevolência, deixam que o director de obra possa ser "coadjuvado por arquitecto paisagista".
(Esta designação "Projecto Ordenador de Paisagismo" já aparece na Lei nº 31/2009 de 3 de Julho - art. 15 - 1 c).)

Se ainda conseguirem ler mais desta Portaria 1379 aqui vai...
Capítulo IV - Fiscalização de Obra na Secção III que se prende com a Direcção de fiscalização de outras obras, verifica-se que os Arquitectos Paisagistas não têm competências para ser directores de fiscalização de obras. E no art. 2 passo a citar " A direcção de fiscalização de obras de espaços exteriores até à categoria III pode também incumbir a arquitectos com o mínimo de três anos de experiência (claro que nunca a Arquitectos Paisagistas mesmo que seja um Parque ou um Jardim) com excepção das obras previstas nas alíneas a) a h) do nº 4 do artigo 8º da Lei nº 31/2009, de 3 de Julho.
Mas agora o verdadeiro ESCÂNDALO: art 3 "A direcção de fiscalização de obras em jardins e sítios históricos da categoria IV pode também incumbir a arquitectos com o mínimo de cinco anos de experiência, com a excepção prevista no número anterior". Logo um jardim histórico pode ser fiscalizado por um Engenheiro ou por um Arquitecto mas NUNCA por um Arquitecto Paisagista.

Colegas: considero que não é mais possível aos profissionais de Arquitectura Paisagista ficar parados perante este atentado às nossas áreas de trabalho, à história e dignidade de toda uma profissão que tem vindo a ser construída há mais de 60 anos.
Trata-se de um atentado à integridade profissional pelas competências que não nos reconhecem apesar da formação que temos.
Também em caso algum podemos aceitar designações bárbaras de "paisagismo", "projecto ordenador de paisagismo" e assinar termos de responsabilidade, fazer seguros de responsabilidade civil, assinar garantias bancárias, etc. para COISAS destas.
Quem não sabe não faz legislação. Quem não sabe pergunta.
O Estado português não pode publicar legislação cujas associações profissionais não são devidamente ouvidas, repleto de erros nas definições e manifestamente proteccionista de umas áreas profissionais em detrimento de outras.
Esta legislação IMPEDE O ACESSO dos Arquitectos paisagistas aos lugares de decisão nas obras e projectos mais bem remunerados e torna-os sempre os elementos minoritários e com menos peso o que é gravíssimo quando se trata de obras de espaços exteriores.

Considero que tem que haver uma manifestação pública de repúdio por este tipo de atitude pela nossa classe profissional e têm que ser tomadas medidas urgentes perante o Estado Português (cartas de protesto, abaixo-assinados, reuniões solicitadas pela associação da Associação Profissional e outros grupos profissionais e do ensino, etc.) no sentido de fazer estancar este tipo de legislação que está continuadamente a sair neste ano de 2009 e pressionar o Estado a tornar a Apap em ordem profissional e a reconhecer a APAP como parceiro de negociação em todos os actos legislativos.

Esta portaria é inaceitável e tem que ser revogada!!!!!!

Caros colegas uma parte de acção/pressão pertence à nossa Associação Profissional - APAP, a outra pertence a todos nós.

A PRESSÃO DE HOJE É O TRABALHO E O RESPEITO DE AMANHÃ.

Saudações a todos os colegas e votos de grande actividade contestatária individual e colectiva nas próximas semanas.

Laura Roldão Costa

Ruin'Arte: um novo blogue. Imperdível!



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A mestria de Gastão de Brito e Silva: http://ruinarte.blogspot.com/

Praça da Figueira: o amor está no ar.


Imagem de Fernando Jorge.

Carta à Vereadora Helena Roseta.


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Senhora Vereadora,
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No decurso da última campanha eleitoral, a Senhora Vereadora foi a ÚNICA responsável camarária que publicamente se solidarizou com a nossa campanha em defesa da Capela de Santo Amaro. Pedimos-lhe agora que envide todos os esforços para, pelo menos, se proceder à limpeza do exterior deste edifício. Todas as diligências que efectuar serão por nós noticiadas.
Muito obrigado pelo apoio concedido a esta causa.
Com os melhores cumprimentos,
Lisboa SOS
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Lisboa republicana: roteiro patrimonial.


Casa da Achada.


O sexo fraco.




Escola Luís de Camões.

Estranha forma de vida.


Avª de Paris.

Estranha forma de vida.


Avª de Paris.

Na mesma rua, duas opções de vida.

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OPÇÃO A:
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OPÇÃO B:
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Rua Presidente Wilson.

Experiências Vividas.


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Normalidade/anormalidade, o ser normal ou não o ser, o que é? Há zonas limite que nos obrigam a aceitar ou a sofrer o injusto, a rejeição? Quem decide, o que impõe, quais os parâmetros das decisões que podem bloquear, alienar ou mesmo matar? A partir de inquietações acerca do normal/anormal, os actores do Grupo de Teatro Terapêutico, pessoas com experiência de doença mental, propuseram ao encenador que redigisse, escrevesse, uma peça para teatro - “Escrita criativa de discussões e conversas em grupo, análises de conteúdo de ideias em causa” - que proporcionasse algo a levar ao público em geral, numa leitura cénica que permita dar a conhecer melhor a “reflexão normal” de pessoas consideradas ainda como personalidades estigmatizadas por conceitos que parecem desajustados na conjuntura da sociedade actual. Limiar, o texto conseguido de preocupações do Grupo de Teatro Terapêutico, é uma metáfora do real de experiências vividas. Coloca-nos na soleira do desconhecido, é o desafio a cada um de nós.
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Teatro Nacional D. Maria II

Limiar
Sala Estúdio
12 de Nov a 15 de Nov 2009


5ª a Sáb. 21h45 Dom. 16h15
encenação e dramaturgia JOÃO SILVA
terapeuta ISABEL CRISTINA CALHEIROS
dançoterapia LILIANE VIEGAS
cenografia RUI FRANCISCO
figurinos JOANA GOMES
desenho de luz CARLOS GONÇALVES
fotografia de cena MANUEL JOSÉ ALVES
imagem gráfica PEDRO MEIRELES
com ESTELA AUGUSTO, FILIPE MAIA E CARMO, MANUELA ALMEIDA, MARIA JOSÉ SANTOS, NOÉ DOMINGOS, OLGA VARANDAS, PASCOAL BARROS, SANDRA SANTOS, VÍTOR CORREIA
produção executiva TERESA COUTO PINTO
produção GRUPO DE TEATRO TERAPÊUTICO DO HOSPITAL JÚLIO DE MATOS
Entidade promotora CENTRO HOSPITALAR PSIQUIÁTRICO DE LISBOA

Sob o Céu de Lisboa.



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A Lisboa de bairros e realizadores de cinema
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"Sob o Céu de Lisboa" será feito de muitas histórias e vidas filmadas. Vidas a fingir que podiam ser reais, vistas através da lente por olhos experientes de quem faz da realização vida.A ideia é "olhar Lisboa contemporânea através dos vários bairros da cidade", explica Paulo Trancoso, da produtora Costa do Castelo. "Sob o Céu de Lisboa" não é um título definitivo, mas será definitivamente um filme feito de pequenos filmes e pequenas histórias, pensado há mais de um ano. "Já convidámos dez realizadores, número que poderá ir até aos 12, para que cada um escolha um bairro e filme aí a sua história. Para cada um há um guionista, que trabalhará junto do realizador, a bem da coordenação entre ambos.""Sob o Céu de Lisboa" ainda não saiu do papel, mas espera-se que arranque em 2010. "Metade dos guiões já estão escritos, temos as sinopses das histórias todas e vários realizadores já confirmaram a sua participação no projecto." No entanto, admite Paulo Trancoso, esta maratona não será fácil: "É muito trabalhoso, porque envolve muitas vontades específicas, muitas inspirações diferentes de vários realizadores... e cada realizador é um mundo." Como aliados na produção e nos guiões, a Costa do Castelo conta com as Produções Fictícias. Quanto a realizadores convidados, Paulo Trancoso avançou nomes como Fernando Lopes, João Pedro Rodrigues, João Botelho, João Canijo, entre outros. Amar em nova iorque Aqui o amor pode nascer em qualquer lado. Chinatown, Central Park, Upper East Side ou Brooklyn. Em Nova Iorque parece que o amor começa sem se dar por ele, pelo menos segundo o olhar de Allen Hughes. E de Natalie Portman. E de Jiang Wen, Mira Nair, Joshua Marston, entre muitos outros. Cada um realizou uma história de amor tendo como cenário Nova Iorque. Chama-se "New York, I Love You" e as histórias - que também podiam ser verdadeiras - são interpretadas por actores e actrizes como Andy Garcia, Orlando Bloom, Robin Wright Penn, Ethan Hawke, John Hurt, James Cann, entre muitos outros. Brincar às histórias de amor numa grande cidade não é novo: "New York, I Love You" é irmão do filme "Paris, je t'aime", que se estreou em 2006. São ambos produzidos por Emmanuel Benbihy e fazem parte de uma série intitulada "Cidades do Amor". Neste filme as histórias cruzam-se e não são independentes, como as de "Paris, je t'aime". O filme estreia-se amanhã em todo o país.
(jornal «i»).

CIN Re-Make'09. Dar vida aos transportes.






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A CIN está de parabéns. Andar de transportes públicos não tem que ser uma realidade cinzenta.
http://www.cinremake.com

Postais Ilustrados: um projecto a acompanhar.


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Mais cidade, menos carbono: ISOCARP.


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Homenagem a João Aguardela: no CCB.


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A homenagem ao músico é esta noite (às 21.00, com entradas a 20 euros), com um concerto no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. Actuam A Naifa, Dead Combo, O'queStrada e os Gaiteiros de Lisboa.
Porque nem todas as vozes são graves e de longo alcance, como a de António Sérgio (já agora), que chegava longe, às vezes é preciso pegar num megafone. João Aguardela olhava de frente as raízes da cultura, do fado aos sons étnicos, projectando-os muitas vezes através de melodias mais pop. Mas nem assim se tornou muito popular. Foi preciso que os amigos homenageassem o músico que morreu aos 39 anos em Janeiro pegando no Megafone 5, o seu projecto pessoal que hoje é apresentado no Centro Cultural de Belém (CCB).
"Se calhar até agora só umas 200 ou 300 pessoas conheciam o projecto do João", pontua Sandra Baptista, companheira de muitas vivências dentro e fora de palco. Luís Varatojo tinha dado o mote: "Até agora [sábado], tivemos sete mil e tal visitas no site e não havia sete mil pessoas que conheciam o projecto, havia para aí 300". Sandra, Varatojo, que com ele partilhou A Naifa, são alguns dos amigos e companheiros próximos do músico no palco do CCB.
É uma homenagem, uma plataforma para reter o nome de João Aguardela, mas igualmente uma catarse. "É uma necessidade nossa de partilhar a herança musical que o João nos deixou", assume Sandra. "Eu também tinha necessidade desta catarse." Mas é a música que os une, que os mantém ligados a Aguardela, uma espécie de trovador.
Megafone foi um projecto solitário do músico, que tinha idealizado criar cinco ábuns debaixo deste capote. Fez quatro entre 1997 e 2005. "Ele fazia muito as coisas por ele. Com o Megafone foi ele que se chegou à frente em edições de autor, apesar de dois dos álbuns também terem sido editados pela Farol [editora que representa o selo Warner]", explica Sandra Baptista. "Ele queria cinco como nos Sitiados [outro dos projectos de Aguardela] e este Megafone 5 acaba por ser um disco aberto", continua.
Aberto, como diz Sandra, por permitir que se faça jus à herança musical de João Aguardela e, mais ainda, por poder ser um trampolim para muitos outros discos - se, como se pretende, Megafone 5 servir de incentivo para que novos músicos homenageiem a música portuguesa seguindo os passos estéticos e étnicos de João Aguardela. "Ele pegava nas referências e reinventava-as", explica Varatojo: "Gostava que este projecto incentivasse novos músicos e artistas a fazer um trabalho objectivo."
Para já, portanto, há um pequeno passo que se adianta à imobilidade: o contador do sítio na internet (www.aguardela.com) que promove o projecto segue perto das dez mil visitas, o corpo do projecto medra. "Cada dia que passa, chegam novas pessoas com novas fotografias, com mais material que serve para evitar uma coisa que não queríamos que acontecesse: que o site não fosse actualizado constantemente." Ou seja, valeu a pena pegar num megafone para dar uma voz mais popular a João Aguardela, um trovador que por estes dias chega a mais gente.
(Diário de Notícias).

Gangland, de João Pina.


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João Pina Opening of the exhibition with the presence of the photographer: Wednesday, 5th November 2009 at 6.30pm Exhibition's Curator, Alexandra Fonseca Pinho.
'I was riveted by Joao Carvalho's Pina's photographs of gangland Rio from the first moment I laid eyes on them. This series of extraordinarily intimate portraits give us an unflinching glimpse of Rio's parallel realities -- the favela and the asfalto -- in all their raw humanity. (...)' Jon Lee AndersonOctober 12, 2009
In exhibition at [Kgaleria] until December 1st 2009
Caves São João[Kgaleria], Rua da Vinha 43A – Bairro Alto - 1200-475 Lisbon
Opening hours:Monday to Friday, from 10am to 18pm and saturday from 14pm to 19pm (close on holidays).

Leilão António Variações: o espólio de um génio.


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Fotografias de Amália, roupas, cassetes, bijuteria, manuscritos, pertencentes a António Variações, constituem os vários lotes que dia 12 vão à praça naquele que será o primeiro leilão do espólio de um artista pop em Portugal.
O espólio de António Variações foi dividido em 200 lotes que dia 12 à noite serão leiloados pela P4 na Sala Vieira da Silva no Centro Cultural de Belém.
O catálogo está disponível na Internet - http://issuu.com/p4live - e "tem suscitado interesse", disse à Lusa Luís Trindade da P4, não adiantado quaisquer outros pormenores por razões de "sigilo profissional".
(Lusa).
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NOTA LISBOA SOS: António Variações é e será cada vez mais reconhecido como uma das personalidades artísticas mais criativas e geniais da segunda metade do séc. XX em Portugal. Em tempos, pensou fazer-se um museu... não deu em nada. Era importante que este espólio não ficasse disperso. Um apelo ao Comendador Berardo: chegue-se à frente. É um investimento seguro. Ao contrário da Bolsa, aqui não há variações.

terça-feira, 3 de Novembro de 2009

Mérito e Sociedade?!




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Para um partido que sempre clamou ser «diferente», o Movimento Mérito e Sociedade (MMS) revelou ser apenas mais outro partido, igual a todos os outros, particularmente na falta de respeito pelo espaço público e pelo património classificado. Foi o único partido que COLOU cartazes nos passeios de Lisboa. E atrevimento não lhe faltou nesta péssima novidade como se pode ver pelos cartazes no passeio mesmo em frente do edifício central da CML (Campo Grande 25). Mas cartazes como este ainda podem ser vistos em toda a Baixa, Chiado, Marquês de Pombal, Alvalade, Campo de Ourique, etc.. Junto a Monumentos Nacionais, Escolas e Centros de Saúde. Entretanto já passaram quase 4 semanas sobre o último acto eleitoral. Mais uma vez, a Comissão Nacional de Eleições não actua.
Entretanto, os cartazes estão a ficar degradados, pondo em risco a segurança de pessoas. Agora na época das chuvas, e na eventualidade de cidadãos sofrerem acidentes devido à superfície escorregadia dos autocolantes, o MMS irá assumir as suas responsabilidades?
Quando é que o MMS vai retirar todos estes cartazes do espaço público? Não podem esperar que seja o Departamento de Higiene Urbana e Resíduos Sólidos da CML a executar tal serviço.
Fernando Jorge

Chafariz da Esperança: a esperança de voltarmos a vê-lo...


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Resposta da presidência da CML à nossa denúncia do cartaz de propaganda instalado contra a lei junto a um Monumento Nacional (Chafraiz da Esperança). Entretanto, e enquanto se empurra a culpa para outro lado, o Chafariz da Esperança tem um cartaz de propaganda política na sua frente desde Setembro... A Comissão Nacional de Eleições, para quem também encaminhámos a denúncia, ainda não deu sinal de vida.
Fernando Jorge

Primavera, de Pedro Rapoula.


Capela de Santo Amaro: quem chama os escuteiros?

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Na Capela de Santo Amaro, que já aqui mostrámos vandalizada, há uma sede de um grupo de escuteiros. Fonte amigo diz-nos que não são eles os responsáveuis pelo lixo que se acumula já no interior da Capela. Já contactámos o Corpo Nacional de Escutas mas nada nos dizem. ALguém é capaz de falar com eles? Uma proposta: os escuteiros não poderiam dar uma ajuda na limpeza da Capela? E até na remoção dos grafitos...
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Boa!


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REQUALIFICAÇÃO DA PRAÇA DE ALVALADE TERMINA ESTE MÊS.
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O ordenamento do estacionamento, a pavimentação dos separadores com lioz e o rebaixamento das passadeiras de peões são alguns dos trabalhos contemplados na obra que o Metropolitano de Lisboa está a realizar na Praça de Alvalade e cuja conclusão está prevista para este mês.
O projecto de "requalificação" da praça foi desenvolvido pela Câmara Municipal de Lisboa e inclui, de acordo com um cartaz afixado no local, o "ordenamento do estacionamento, privilegiando a circulação pedonal" e a "renovação da iluminação pública e do arvoredo". Segundo um assessor de imprensa da autarquia lisboeta, as bolsas de estacionamento e áreas de circulação automóvel vão ser pavimentadas "em cubos de vidraço branco, de forma a unificar e clarificar os contornos da praça" e os separadores "com lajedo de pedra de lioz".
Na Praça de Alvalade, ao contrário do que acontece noutros pontos da cidade em que o Metropolitano de Lisboa concluiu obra mas deixou à superfície estaleiros ou amontoados de materiais sobrantes, são visíveis os trabalhos em curso. "À partida, não vemos razões para que o prazo não possa ser cumprido", disse o assessor do vereador do Espaço Público da autarquia, José Sá Fernandes, quando confrontado com o aparente atraso da empreitada. Mas também aqui, como denunciaram em Abril os vereadores do movimento Lisboa com Carmona, houve atrasos em relação ao previsto. Nessa altura os eleitos da oposição criticaram "o tapume ainda existente na Praça de Alvalade, decorrente da execução da obra de remodelação da estação de Alvalade, não obstante a mesma se encontrar concluída há largos meses".
"É excessiva a penalização dos lisboetas por obras que na maior parte das vezes se prolongam muito para além do inicialmente previsto", diziam os vereadores numa moção que acabou por não ser votada, acrescentando que "é igualmente excessiva a demora na remoção de estaleiros e ocupações de via pública após a conclusão das respectivas obras". Para Carmona Rodrigues e os outros dois vereadores do movimento, a atitude do Metropolitano de Lisboa é "injustificável", até porque "tem impedido, nos últimos anos, a devida fruição do espaço público por parte dos lisboetas de diferentes zonas da cidade".
O metro não respondeu às questões do PÚBLICO sobre a obra da Praça de Alvalade.
(Texto e imagem in Público).
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MAS NÃO MATEM AS LARANJEIRAS ! !

Boa!


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CÂMARA PEDE DOIS MILHÕES AO METRO PELA OCUPAÇÃO DA ALAMEDA COM ESTALEIRO.
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Câmara de Lisboa requereu ao Metropolitano de Lisboa o pagamento de cerca de dois milhões de euros pela ocupação com um estaleiro de parte significativa da Alameda de D. Afonso Henriques, situação que se verifica há mais de cinco anos e que, tal como noutros locais da cidade, se arrasta vários meses para além da conclusão das obras.
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Estaleiro na Alameda serve para estacionamento, sem obras visíveis
Mais do que a Avenida do Almirante Reis, que a rasga, é o estaleiro do metro que marca a existência de duas realidades distintas na Alameda: de um lado, há um parque infantil e um relvado que se estende até à Fonte Luminosa, enquanto do outro há um rectângulo feito de tapumes cobertos de graffiti, no interior do qual se vêem contentores, carros estacionados com direito a uma cobertura para protecção do sol e materiais de construção mas nenhum tipo de actividade visível que justifique a sua permanência.Os trabalhos de prolongamento da Linha Vermelha entre a Alameda e São Sebastião arrancaram em 2004 e, depois de várias derrapagens de prazos e custos, chegaram ao fim em Agosto deste ano. "Enquanto a obra durou, era um mal necessário; agora é um mal desnecessário", diz Rui Pessanha da Silva, presidente da Junta de Freguesia de São João de Deus, referindo-se ao estaleiro que se prolonga até ao Instituto Superior Técnico e que o autarca não acredita que seja removido até ao próximo ano. Caos anunciadoO metropolitano não esclareceu os motivos para o arrastamento da situação. Já a Câmara de Lisboa fez saber, através do assessor de imprensa do vereador José Sá Fernandes, que "notificou o metro para proceder ao licenciamento do estaleiro, solicitando o pagamento de cerca de dois milhões de euros, referentes às taxas de ocupação do espaço público". "Esta matéria está neste momento em discussão", disse a mesma fonte, sem avançar quando é que o espaço será desocupado. Na zona do Saldanha, repete-se a ocupação do espaço público já depois de terminadas as obras de prolongamento da Linha Vermelha. Nas imediações da praça, há pelo menos três áreas, duas delas isoladas com tapumes e redes metálicas e uma terceira desde há alguns dias coberta com um plástico preto, ocupadas com materiais de construção e detritos como restos de vassouras ou latas de tinta. Na Avenidada República a circulação automóvel continua a fazer-se de forma provisória, como indica a cor amarela dos pilaretes que separam os dois sentidos de rodagem e da sinalização horizontal, estando o canal central separado das vias laterais por blocos de cimento e redes metálicas. Já na Duque de Ávila são muitas as limitações ao trânsito, havendo troços transformados em becos sem saída e parques de estacionamento a céu aberto. O projecto da câmara para esta artéria, que como explicou o vereador do Espaço Público inclui o alargamento dos passeios e a criação de uma ciclovia e implica a redução do espaço para os automóveis e dos lugares de estacionamento, vai ser concretizado pelo metropolitano. O concurso público para a obra dos arranjos exteriores do prolongamento do metro entre a Alameda e São Sebastião, com um valor base de cinco milhões de euros e um prazo de execução de seis meses, foi lançado em Outubro e a abertura das propostas está marcada para o início de Dezembro. A intenção da autarquia tem sido muito criticada pelos presidentes sociais-democratas de várias juntas de freguesia da capital, incluindo o de São Sebastião da Pedreira, Nélson Antunes, que garante que também comerciantes e moradores estão contra o projecto. O vereador Sá Fernandes, no blogue Lisboa é muita gente, mostrou espanto com os protestos e lembrou aos contestatários que "o tal caos já está criado há muito tempo", desde que arrancaram as obras do metro.
(Texto e imagem in Público).

Uma proposta de um leitor. A ler e meditar.

Caríssimos amigos, gostaria de ter a oportunidade de partilhar convosco este meu projecto.
Chamo-me Gastão Freire de Andrade de Brito e Silva.
Sou fotógrafo de publicidade e arquitectura, recentemente tenho-me dedicado a um projecto de fotografia que chamei “Ruin’Arte”. O projecto "Ruin'Arte", é uma forma de chamar a atenção para a degradação do património arquitectónico deste País à beira mar plantado, são pedaços de história perdidos, são almas penadas do nosso passado. Procuro desta forma denunciar e catalogar alguns exemplos dramáticos que testemunham a falta de carinho que os nossos governantes ao longo do tempo devotaram a estes edifícios. Não pretendo apenas focar as minhas atenções na arquitectura "erudita", a história não se centra apenas em edifícios nobres, há casas de pastoreio, fábricas, moinhos, chalets, quintas, unidades militares e outros tipos de"monumentos" que igualmente merecem a nossa atenção. Obviamente devo enfatizar casos mais graves como palácios, paços reais, castelos, mosteiros e conventos... Espero com este trabalho não ofender susceptibilidades porque a culpa já vem de várias gerações... não é um caso de política mas de falta de sensibilidade histórica, um comportamento que é apanágio da nossa nação e que pretendo reverter através desta iniciativa. Desde a data da nossa fundação que nunca houve a preocupação em preservar o nosso património, não só das classes governantes como dos simples proprietários, que nunca souberam valorizar a nossa herança histórica que marcou o percurso de uma nação, deixando ao abandono o testemunho longínquo das nossas glórias passadas. É uma lacuna social e histórica que nos persegue há muitas gerações e tem deitado a perder muitas das nossas jóias de arquiterctura. Porém todos os governantes através dos tempos tiveram o mérito de erguer novos edifícios, talvez com a esperança de perpetuar o seu nome ligando-se a obras faraónicas e megalómanas que foram muitas vezes responsáveis pela desgraça financeira deste País que tanto amamos. Casos recentes como o Museu dos Coches, o CCB, os estádios do Euro 2004, o futuro TGV e outras obras, que sonegam verbas incalculáveis e conduzem Portugal a uma ruína cada vez mais evidente, são prova de uma incompetência financeira e falta de sensibilidade social e histórica, tal como dar prioridade a projectos inócuos que nada de melhor nos trarão, além de um protagonismo momentâneo no plano internacional. Considero que o melhor “espelho” sociocultural de uma nação é indubitavelmente a qualidade da arquitectura, não só nos estilos e nos materiais, mas essencialmente no estado em que se encontra. Somos um País rico em bons exemplos arquitectónicos, com uma história e estilos próprios que marcaram uma identidade cultural em todo o mundo. É uma obrigação que deve ser assumida pelos nossos governantes - a preservação desse património - e evitar a todo o custo que sejam apagadas as memórias de um povo que tanto fez para preservar a sua independência. É com orgulho que falamos de Camões, mas a casa que habitou em Lisboa está quase em estado de ruína, Julio de Castilho foi o primeiro e maior olissipógrafo, mas a autarquia pagou-lhe com a ruína da sua humilde casa (património municipal)... já nem falo de ingratidão, mas como se poderá explicar às gerações futuras, porque é que e como é que, aconteceu este descalabro... e acontecerá enquanto não se tomarem providências, enquanto não houver uma atitude firme que regulamente as incontornáveis burocracias que envolvem uma propriedade, enquanto não houver vontade política e preocupação moral com o nosso património arquitectónico. A perda do património arquitectónico é IRREVERSÍVEL!!!! Nada o poderá substuituir e apenas sobreviverá nas nossas memórias. É urgente fazer algo pelo futuro de Portugal e pela sua riquíssima cultura para as próximas gerações não se envergonharem dos seus egrégios avós. Quando o regime talibã demoliu os Budas gigantes o mundo inteiro sentiu vergonha e indignação ... é exactamente como me sinto quando observo a passividade com que se destrói a nossa história. Existe alguma solução? Só a morte não a tem... enquanto não houver derrocadas de edifícios todos eles poderão ser reabilitados. Todas as leis são feitas para bem da nação e seria urgente legislar nesse sentido!
Depois de muito pensar, apenas na qualidade de cidadão e não de engenheiro, advogado, arquitecto, autarca, ministro, historiador, economista ou qualquer outra profissão que esteja intimamente ligada a este assunto que tanto nos transtorna, cheguei à conclusão que seria muito mais fácil e até bastante rentável para o Estado português pôr em prática um plano que em cerca de cinco anos acabaria com a nossa ruína... Aqui vos apresento:
1º- Travar a construção em pólos urbanos enquanto houver uma ruína; devemos reedificar os bairros históricos antes de construir novos: todas as empresas de construção teriam muito mais trabalho se se dedicassem a este tipo de obras, o que proporcionaria novos postos de trabalho, mais-valias camarárias, melhor ambiente urbano e finalmente a oportunidade a muitas famílias de não residirem na periferia.
2º- Nomear várias comissões compostas por arquitectos, engenheiros, historiadores, advogados, arqueólogos, um fotógrafo ;-) , etc... para decidirem a viabilização e interesse de determinados imóveis, evitar a todo o custo que se prolongue mais do que o tempo necessário para finalizar um relatório e imediatamente proceder à sua recuperação.
3º- Avaliar todos os imóveis que necessitem de uma intervenção, concedendo ao proprietário uma permilagem e ao empreiteiro outra no valor da obra em questão, caso seja necessário, como no caso das heranças dificeis proceder à sua expropriação no prazo máximo de um ano.
4º- Nunca alienar património histórico e sim conceder licenças de exploração por tempo determinado em função do investimento feito na sua recuperação, tal como conceder regalias fiscais a quem se dedicar a edificios que proporcionem cultura e postos de trabalho.
5º- Criar uma fundação ou instituto que distinga os melhores projectos e incentive a este tipo de acções. Seria necessário uma entidade reguladora que evitasse a vandalização continuada de certas “empreitadas” que desvirtuam os objectivos a que se propõem e que são atentados ao termo reedificação.
6º- A formação profissional dentro de todas as áreas envolvidas neste processo, o que uma vez mais iria criar postos de trabalho e garantir a qualidade das obras e do futuro das mesmas. Se houver competência nos processos e profissionais neles envolvidos, creio que em cerca de um ano toda a legislação estaria elaborada, dando cerca de dois anos para as fases de projecto e início de obras, normalmente qualquer obra se completa ao fim de outros dois anos, perfazendo cinco anos no total. Sem ser demasiado optimista creio ser possível atingir esta meta. Pondo em prática estas acções, daríamos emprego a muitos cidadãos que dele necessitam, tiraríamos ao Estado o “fardo” da responsabilidade da preservação do património, reabilitaríamos a arquitectura e cultura de um País, daríamos nova vida às cidades e meios urbanos, a oportunidade de viver com dignidade a muitas famílias que vivem em prédios degradados, traríamos mais turismo a Portugal, teríamos mais orgulho em nós próprios e seríamos certamente um povo melhor... Tudo isto sem esforços financeiros da parte do Estado, dando-lhe ao mesmo tempo a oportunidade de rentabilizar este património através da máquina fiscal... É um sonho que se pode tornar realidade...
Com LUZ
Gastão de Brito e Silva

http://www.luzviva.com/

Elevador da Glória: fechado.





























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Depois da paragem do Lavra, agora é a vez do Glória parar para as intervenções técnicas periódicas. Esta trata-se de uma reparação geral de um transporte que ajuda a ultrapassar a barreira da colina entre os Restauradores e o Bairro Alto e que é Monumento Nacional, constantemente violado com pinturas e rabiscos que só servem para destruir...

Aqui ficam alguns registos dos trabalhos...

Cumprimentos,

Rafael Santos
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ACRESCENTAMOS NÓS: Compreende-se que os elevadores tenham de ter manutenção, para segurança de todos. Mas não se compreendem os grafitos. Como não se compreende que elevadores e/ou eléctricos andem com painéis publicitários. São uma das marcas mais características da cidade. O argumento provinciano: são das coisas de Lisboa que os turistas mais gostam. A sério, não deixem que sejam conspurcados. Nem por grafitos, nem pela publicidade. Em Lisboa, a publicidade atingiu uma presença e uma agressividade que faz com que tenhamos cada vez menos cidade. Rima, mas é verdade.

1.000 experiências a fazer antes de morrer: andar na carreira 28.



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Informa-nos o grande amigo Rafael Santos:
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Recentemente a editora inglesa Rough Guide, no seu capítulo dedicado a Portugal, elegeu o Eléctrico 28 como uma das “1000 experiências mais importantes do mundo”. Com a sua viagem "slow-motion" pelo coração histórico da cidade de Lisboa, esta carreira foi assim distinguida pela editora de diversos guias de cidades e países do Mundo.Este reconhecimento internacional vem dar mais força às promessas eleitorais da última campanha das Autárquicas, onde se falou de reaberturas de linhas e projecção de novos troços para eléctricos rápidos. Recorde-se que a carreira 24 então suspensa, continua à espera de decisões, estando nesta altura envolvida num «jogo do empurra». Sintra, o Bacalhau, a Costa Atlântica e o São João no Porto são também destaque nesta edição da editora inglesa. Já sobre a carreira 28, a Rough Guide, escreve mesmo que «se o melhor para chegar a Veneza é de barco, então para chegar a Lisboa o melhor é mesmo o eléctrico...».
Aqui fica na íntegra o artigo publicado sobre o Eléctrico 28:
1000 ULTIMATE TRAVEL EXPERIENCES
MAKE THE MOST OF YOUR TIME ON EARTH
A Rough Guide to the World
London, 2008PORTUGAL:
-Clearing your calendar for bacalhau
-Exploring mystical Sintra-Learning to surf on the Atlantic coast
-In search of the perfect tart
-Stop! It's hammer time at the Festa de São João
-Tram 28: taking a ride through Lisbon's historic quarters
«Tram 28: taking a ride through Lisbon's historic quarters»
Just as you should arrive in Venice on a boat, it is best to arrive in Lisbon on a tram, from the point where many people leave it for good: at Prazeres, by the city's picturesque main cemetery. Get a taxi to the suburban terminus of tram 28 for one of the most atmospheric public-transport rides in the world: a slow-motion roller coaster into the city's historic heart.
Electric trams first served Lisbon in 1901, though the route 28 fleet are remodelled 1930s versions. The polished wood interiors are gems of craftsmanship, from the grooved wooden floors to the shiny seats and sliding window panels. And the operators don't so much drive the trams as handle them like ancient caravels, adjusting pulleys and levers as the streetcar pitches and rolls across Lisbon's wavy terrain. As tram 28 rumbles past the towering dome of the Estrela Basilica, remember the famous bottoms that have probably sat exactly where you are: the writers Pessoa and Saramago, the singer Mariza, footballers Figo and Eusebio.
You reach central Lisbon at the smart Chiado district, glimpses of the steely Tagus flashing into view between the terracotta roof tiles and church spires. Suddenly you pitch steeply downhill, the tram hissing and straining against the gradients of Rua Vitor Cordon, before veering into the historic downtown Baixa district. Shoppers pile in and it's standing room only for newcomers, but those already seated can admire the row of traditional shops selling sequins and beads along Rua da Conceicao through the open windows.
Now you climb past Lisbon's ancient cathedral and skirt the hilltop castle, the vistas across the Tagus estuary below truly dazzling. The best bit of the ride is yet to come though, a weaving, grinding climb through the Alfama district, Lisbon's village-within-a-city where most roads are too narrow for cars. Entering Rua das Escolas Gerais, the street is just over tram width, its shopfronts so close that you can almost lean out and take a tin of sardines off the shelves. »