sábado, 19 de Dezembro de 2009

A Igreja de Troufa: sombras e mistérios.


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Câmara prometeu pagar projecto de Troufa que Soares doou à igreja
Na história da igreja do Restelo ainda há muito por esclarecer mas duas coisas são certas: autarquia fez promessas contraditórias que não cumpriu
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João Soares, ex-presidente da Câmara de Lisboa, prometeu em 1997, através de um protocolo, ceder à paróquia de São Francisco Xavier o projecto da polémica igreja do Restelo, que o seu amigo Troufa Real disponibilizara "gaciosamente" à autarquia. Quatro anos depois, a duas semanas das eleições ganhas por Pedro Santana Lopes, a câmara aprovou um subsídio de cerca de 234 mil euros para a paróquia pagar os projectos, incluindo os "graciosos" de Troufa Real.
Ainda muito está por perceber na história da igreja em forma de caravela, com uma torre de 100 metros de altura, cujo projecto a Assembleia Municipal de Lisboa pediu há duas semanas que fosse revisto, o mesmo defendendo dias depois o bispo auxiliar de Lisboa D. Carlos Azevedo. Falta saber como é que o projecto foi parar às mãos de Troufa Real, qual a validade dos compromissos assumidos pela câmara e o que já pagou à paróquia. O padre diz que só recebeu 25 mil euros. A câmara diz que não sabe se pagou alguma coisa.
O pároco António Colimão disse há semanas ao PÚBLICO que a autarquia lhe prometeu 234 mil euros, por escrito, para pagar os projectos de Troufa, e que só recebera 25 mil. Ao Expresso afirmou o mesmo, esclarecendo que foi por indicação de Soares que Troufa o contactou. João Soares, contudo, assegurou ao PÚBLICO que não foi ele a impor o arquitecto. "Quem me apresentou o padre foi o próprio Troufa", adiantou, frisando não se recordar de ter sido atribuído qualquer subsídio à paróquia para pagar projectos.
O actual vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, por seu lado, garantiu que desconhecia a existência de qualquer protocolo em que a autarquia prometesse apoiar a obra.
Os protocolos desaparecidos
Um protocolo encontrado esta semana pelo PÚBLICO no processo de licenciamento da construção da igreja faz, porém, alguma luz sobre a escolha do arquitecto. O documento, que segundo os elementos disponíveis nunca foi aprovado pelo executivo, tem a assinatura de João Soares e do padre António Colimão, tendo sido assinado em 25 de Junho de 1997, na presença de D. Albino Cleto, actual bispo de Coimbra. O seu artigo sexto reza assim: "... a câmara municipal, uma vez mais associando-se às aspirações da comunidade católica da freguesia de São Francisco Xavier, proporcionará à Fábrica Paroquial o projecto da arquitectura do equipamento religioso, que o professor arquitecto José Troufa Real graciosamente colocou à disposição da autarquia, bem como todo o acompanhamento na execução da obra." Ou seja, Troufa Real dava o projecto e a câmara oferecia-o à igreja, garantindo o acompanhamento dos trabalhos.
Quatro anos depois, em 2 de Dezembro de 2001, por proposta do vereador das Finanças de João Soares, a história deu uma volta e foi aprovado por unanimidade o protocolo de que falava Colimão mas de que Soares não se lembrava e que Salgado desconhecia. Resultado: a câmara comprometeu-se a atribuir um subsídio à paróquia, até 234 mil euros (46,8 mil contos), para que esta pagasse "a realização do projecto de arquitectura e das especialidades", bem como "a assistência técnica" da obra. O projecto acabou por ser aprovado já em 2005 e os trabalhos começaram há semanas.
(in «Público»).

Auto-Industrial: ondfe páram os vitrais?


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Dizem-nos que os vitrais do edifício da Auto-Industrial, na Rua Alexandre Herculano, foram removidos. Alguém sabe dar notícias do seu paradeiro?

sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

"Família Feliz".



Luisa Ferreira fotografa presépio de Joana Vasconcelos no Chiado.

Edifício XENON: candidato ao Prémio Valmau


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Edifício XENON / Av. da Liberdade, 9: Com uma fachada de vidro com mais quatro pisos que os imóveis vizinhos, o Xenon não respeita nem as cérceas, nem a lógica de composição da frente urbana. Quando visto da Praça dos Restauradores é evidente o impacto negativo que tem nas relações de vistas entre a praça e o Miradouro de São Pedro de Alcântara. Esta volumetria tem um impacto muito negativo nos imóveis classificados que existem na sua proximidade, como é o caso do Palácio Foz (IIP) e do Edifício Paladium. Visto do Miradouro de São Pedro de Alcântara, o impacto negativo do edifício Xenon é também evidente. A vista da Av. da Liberdade encontra-se parcialmente destruída pela volumetria excessiva deste edifício.
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Extracto dos comentários da Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB)no âmbito do período de Participação Pública do Plano de Urbanizaçãoda Avenida da Liberdade e Zona Envolvente (PUALZE). Para ler atotalidade do documento:

quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009

Baixa.


Baixa.


Não havia sítio melhor para pôr o anúncio?






Baixa.

O Fado do Baptista Russo



quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009

Ficar bem alojado no centro de Lisboa.

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Veja aqui: http://www.villasandsuites.com/

Prémio Valmau: dois fortes candidatos.




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Obrigado, Dom Gaston!

À atenção da CML.

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Parabéns pelo arranjo na Alameda da Universidade. Atenção, fiscais: do lado da Torre do Tombo, um canteiro em cimento já está rachado. E como mantiveram a barraca junto à fábrica abandonada, mesmo, mesmo ao lado da Torre?

Óscar Niemeyer: 102 anos. Entretanto, Lisboa...



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O arquitecto brasileiro Óscar Niemeyer comemorou ontem, de forma discreta, 102 anos de idade. O acontecimento foi noticiado em Portugal, até porque o mestre da arquitectura brasileira continua a desenhar. O que ninguém recordou é que o terreno de Lisboa onde esteve para surgir aquela que seria a sua única obra no país - Niemeyer nega a autoria do casino da Madeira - está ao abandono vai para uma década.
Questionado pelo PÚBLICO sobre o assunto, o presidente da câmara, António Costa, diz que a autarquia "continua interessada em construir" o projecto em questão, concebido no início dos anos 90 para albergar a Fundação Luso-Brasileira. Nesse sentido, o município "continua à procura de entidades, nacionais e brasileiras, com quem possa estabelecer uma parceria" para levar por diante o trabalho de Niemeyer. António Costa assegura que a autarquia gostaria de ter na cidade uma obra do homem que se tornou conhecido no mundo inteiro pelas curvas sensuais que imprime ao betão armado. O projecto, no qual se empenharam figuras como Mário Soares, incluía, além do edifício-sede, um anfiteatro em forma de cilindro, uma zona comercial, espaços para exposições e biblioteca. Na quinta existia um palácio cuja reconstrução devia ter sido feita pela fundação, para nele instalar um instituto de formação de quadros dos países lusófonos.Situado em Chelas, o terreno de 16 mil metros quadrados na Quinta dos Alfinetes foi entregue pela Câmara de Lisboa à Fundação Luso-Brasileira para que esta ali fizesse a sua sede. Niemeyer não só ofereceu o projecto como fez algo inédito, recorda o então presidente da fundação, Pedro Rebelo de Sousa: viajou até Lisboa de avião, apesar do seu pavor de voar. A obra até começou, só que o milhão e meio de contos (7,5 milhões de euros) necessários para que prosseguisse nunca apareceram e os trabalhos pararam em 1999, estavam já feitas as fundações, o primeiro piso e várias colunas de ferro apontadas ao céu. "Não houve vontade nem empenho das autoridades portuguesas, dos diferentes Governos", observa Rebelo de Sousa. "E as empresas brasileiras que tinham prometido donativos foram entretanto privatizadas e entenderam que já não deviam contribuir". Goradas foram, também, as hipóteses de instalar no local outras instituições, como o Instituto da Cooperação.Têm dez anos os escombros do que devia ser a obra de Niemeyer em Lisboa. O ex-presidente da fundação considera o processo lamentável. Os terrenos foram devolvidos à autarquia em 2004, em troca de 750 mil euros, que serviram à instituição luso-brasileira para pagar as dívidas às construtoras. O local permaneceu vedado, ao abandono, até há cerca de ano e meio, altura em que vândalos rebentaram com as protecções para se apoderarem das placas de metal que ali existiam. Foi mais ou menos por esta altura que a Quinta dos Alfinetes se tornou também local de deposição clandestina de entulhos. "O local necessita urgentemente de voltar a ser vedado", reclama o presidente da Junta de Freguesia de Marvila, Belarmino Silva. "A câmara deve resolver este assunto".
(in «Público»).

O Priorado do Cifrão.


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Crise não trava Câmara na cobrança de impostos
Município de Lisboa não baixa IRS e Derrama optando pelos máximos previstos na lei
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Nem moradores nem empresas do concelho de Lisboa irão usufruir de qualquer benefício fiscal em 2010. A Câmara Municipal de Lisboa aprovou ontem as taxas do IRS e de Derrama, completamente imunes à crise.
O município de Lisboa não vai abdicar de uma boa parte das verbas oriundas do IRS e do Derrama [que incide sobre o lucro tributável das empresas] para 2010, tendo ontem aprovado o lançamento das taxas de 5% e 1,5%, respectivamente, para os dois impostos.
Mesmo com a legislação a permitir à Câmara Municipal diminuir o impacto do IRS nas carteiras dos lisboetas, estes não verão essa possibilidade concretizada. Tal como as empresas, sejam elas micro, pequenas ou médias, gozarão do estatuto que a Lei das Finanças Locais lhe atribui. Legislação que coloca nos municípios a competência de as distinguir das grandes [a distinção depende se o volume de negócios ultrapassa anualmente os 150 mil euros].
Com a aprovação do PS e do PCP, além da abstenção do PSD, a proposta da nova vereadora das Finanças, Maria João Mendes, mereceu o voto contra do CDS-PP, que propunha a Derrama na ordem dos 0,755% para as empresas com volume de negócios abaixo dos 150 mil euros e a isenção por dois anos para as que se instalem em Lisboa. "Somos contra a carga fiscal que incide sobre os lisboetas e o regime especial que defendemos para as empresas ajudaria a competitividade de Lisboa", afirmou o centrista António Carlos Monteiro, após a reunião do executivo, citado pela Lusa.
A Câmara de Lisboa também não abdicou de cobrar os máximos previstos quanto ao imposto municipal sobre imóveis (IMI), no caso dos imóveis não reavaliados, constando ainda na proposta 0,25% de Taxa Municipal de Direitos de Passagem. Segundo Maria João Mendes, esta última taxa não tem correspondido aos montantes previstos: em 2007 foram cobrados 315 mil euros, quando tinham sido projectados 3,5 milhões de euros.
"A autarquia não conseguiu até agora obter das empresas a informação relativa à facturação dos clientes e que é fundamental para uma cobrança mais ajustada desta taxa", explicou a vereadora, cuja proposta mereceu críticas do PCP, por considerar que a Taxa Municipal de Direitos de Passagem recai não sobre as empresas mas nos cidadãos. "O munícipe apenas tem contribuído para financiar as operadoras", frisou o comunista Ruben de Carvalho.
O pacote fiscal será agora alvo da análise da Assembleia Municipal, onde o PS não tem maioria. Ao JN, Gonçalo Reis, do PSD, não quis adiantar o sentido de voto dos deputados sociais-democratas.
As taxas ontem fixadas - representam 25% da receita municipal - não vão, em nada, contra a realidade nos concelhos da Área Metropolitana de Lisboa [ler caixa]. Só mesmo Oeiras, liderada por Isaltino Morais, e Vila Franca de Xira invertem esta tendência, ao implementar uma diminuição no IRS e no Derrama.
(in «Jornal de Notícias»).

Castilho Fashion Street. (isto é Inglês Técnico).


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Marcas de luxo associam-se em projecto de dinamização de lojas de rua
Rua Castilho e Avenida da Liberdade estudam união para criar o bairro da moda
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Nova Iorque tem a sua Quinta Avenida e Paris os Campos Elísios, só para enumerar os locais mais famosos onde se podem encontrar as marcas e lojas mais conceituadas do mundo. Em Lisboa, a Avenida da Liberdade tem vindo a conquistar esse papel, mas a Rua Castilho autoproclamou-se agora uma "rua da moda". Separadas por escassos metros, a solução poderá passar pela união das duas artérias, criando o fashion district (bairro da moda) de Lisboa. Um projecto que pode ganhar forma já no próximo ano.
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Estratégia de promoção comercial segue exemplos internacionais
"A Avenida da Liberdade tem um ADN semelhante ao da Rua Castilho, pelo que faria sentido juntar as duas num Lisbon Fashion District, à semelhança do que já existe em Santos ao nível do design", adiantou ao PÚBLICO Rui Ventura, da agência de comunicação GCI, contratada pelos lojistas da Rua Castilho para criar a marca Castilho Fashion Street.Segundo Rui Ventura, este projecto de unir as duas artérias comerciais mais caras da cidade "ainda está numa fase de intenções", embora a agência esteja já em contactos com eventuais patrocinadores, nomeadamente da área do grande consumo. A partir de Janeiro, a ideia é abordar os comerciantes da Avenida da Liberdade e também a Câmara Municipal de Lisboa que, juntamente com a União de Associações do Comércio e Serviços (UACS), apoiaram o projecto inicial na Rua Castilho.Para Vasco Mello, presidente da UACS, aqueles dois arruamentos são "espaços complementares por causa da sua oferta de marcas de prestígio". E a definição de um projecto de promoção conjunta poderia "aumentar a afluência de consumidores".A ideia parece também agradar aos comerciantes da Avenida da Liberdade. "Acho que faz sentido a criação de um bairro da moda, pois a Rua Castilho e a Avenida da Liberdade assemelham-se", diz Delfina Sousa, gerente da loja multimarca Fashion Concept, salientando que é em épocas de crise que faz mais sentido investir em promoção. "Apesar de tudo, o negócio do luxo é dos que vão resistindo melhor [à recessão]", frisa.Também José de Castro, gerente da Rosa & Teixeira, diz existir disponibilidade para um projecto conjunto com a Rua Castilho ou qualquer outro que traga "mais valor acrescentado à Avenida da Liberdade". O gerente de uma das primeiras lojas a instalar-se naquela artéria lisboeta diz que a avenida tem vindo a ganhar por si própria o estatuto de rua da moda e que o crescimento só não é maior por causa de um problema: a falta de lojas. "As grandes marcas mundiais querem instalar-se aqui, mas já não há espaços para arrendar", revela.Vinte marcas, uma ruaLançada oficialmente no último fim-de-semana, a marca Castilho Fashion Street envolveu a realização de concertos, exposições, cocktails nas lojas e sessões de maquilhagem. Para o próximo ano já estão previstas novas acções de promoção, quer no Natal, quer no Dia dos Namorados e também na época de apresentação das novas colecções de moda. Resultando da associação de 20 marcas, como a Escada Sport, a Maxmara e a Stivali, o projecto significou um investimento avultado. Segundo Manuela Saldanha, gerente da Loja das Meias (a primeira a instalar-se na Rua Castilho, em 1971), os comerciantes gastaram 20 mil euros só com o lançamento da marca e o programa natalício, mas as despesas que cada loja teve com as acções de promoção individuais duplicaram a factura."A ideia de fazer a Castilho Fashion Street inspirou-se nas festas das lojas da moda que decorreram em Setembro noutras capitais mundiais, como Madrid, Londres, Paris ou Nova Iorque", explica Manuela Saldanha.Para Luísa Cunha, uma das sócias da Acerto (que gere as lojas Gerard Darel e Weill), o conceito de fashion street, que se está a tentar implantar em Lisboa,permite aos lojistas ter um produto para promover a própria rua, à semelhança do que fazem os centros comerciais. Esta aproximação entre os "modelos de negócio" destes dois formatos tem sido, aliás, um dos pontos apontados por especialistas para reforçar a competitividade do comércio tradicional.No último estudo, de Novembro, sobre o retalho de luxo em Portugal, a consultora Cushman & Wakefield referia que o sucesso do comércio de rua em cidades como Londres e Barcelona resulta da adopção das estratégias seguidas por centros comerciais (marketing concertado entre marcas, animações e horários alargados).Além disso, e já que a rua é o destino preferencial das marcas de luxo, a consultora defendia a aposta na reabilitação do património. Um ponto que o presidente da UACS considera fundamental. "A cidade tem de viver durante o dia, mas, para isso, há que atrair habitantes e empresas", defende Vasco Mello.
(in «Público»).

terça-feira, 15 de Dezembro de 2009

A nossa solidariedade com o Cidadania Lx!


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INACREDITÁVEL: FRENTE A UM MONUMENTO DESTES! QUE CUSTOS TERIA? NENHUNS, OU MUITO POUCOS!

Não perca o vídeo!

Bom dia, fez bem ter encontrado o vosso blog!
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Não vivo já há uns anos em Portugal, mas mesmo assim sinto-me triste todas as vezes que lá vou.
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O que me põe triste não é só a decadencia em que Lisboa se encontra, mas assim como a indiferença que os Lisboetas confrontam esta situação.
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Fiz este clip depois de uma férias que passei em Lx.:
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Publi-cidade: Rua Garrett.


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Um caso repetente, com os cumprimentos da JcDecaux: http://cidadanialx.blogspot.com/2009/06/publi-cidade-rua-garrett.html
Fernando Jorge

Casa Perfeitíssima, 1509-2009.





Boas notícias.




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Na Avª dos Estados Unidos, onde antes era um baldio, existe agora um relvado. Atenção à manutenção!

O estandarte com o Menino Jesus.









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Esgotaram em várias paróquias...

Prédio propriedade Municipal




Lisboa, Corpo Santo

por Fernando Jorge